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Artemis II: Como a tecnologia desenvolvida na USP vai à Lua com a Nasa

Redação Clique SP Publicado por Redação Clique SP
16 de abril de 2026
em Noticias
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Actígrafo aparece em foto divulgada pela Nasa no pulso do astronauta Reid Wiseman, o primeiro da esquerda para a direita. Foto: Kim Shiflett/Nasa/Divulgação

Actígrafo aparece em foto divulgada pela Nasa no pulso do astronauta Reid Wiseman, o primeiro da esquerda para a direita. Foto: Kim Shiflett/Nasa/Divulgação

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A exploração espacial sempre foi sinônimo de inovação e limites superados. Agora, o Brasil coloca sua assinatura na próxima grande jornada da humanidade além da órbita terrestre. Uma tecnologia desenvolvida na USP (Universidade de São Paulo) foi oficialmente selecionada para integrar os equipamentos médicos e de monitoramento da missão Artemis II, gerenciada pela Nasa.

Esta missão não é apenas mais um voo orbital; trata-se da viagem que levará humanos de volta às proximidades da Lua, preparando o terreno para uma futura colonização lunar e, eventualmente, missões tripuladas a Marte. Para que isso aconteça com segurança, entender como o corpo humano reage a ambientes extremos é fundamental.

É exatamente neste cenário desafiador que a tecnologia desenvolvida na USP ganha os holofotes globais. Trata-se de um dispositivo avançado focado na análise do sono e dos ritmos biológicos dos astronautas. Neste artigo completo, vamos mergulhar nos detalhes desse equipamento, entender como ele funciona e descobrir por que a ciência brasileira está sendo fundamental para o sucesso do programa Artemis.

Conteúdo

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  • O que é a tecnologia desenvolvida na USP para o espaço?
  • Missão Artemis II: O retorno da humanidade à Lua
  • O desafio do sono e dos ritmos circadianos no espaço
  • Como o actígrafo monitora a luz azul e o movimento?
  • Da universidade para o mercado: O papel da FAPESP e da inovação
  • A diferença entre a tecnologia desenvolvida na USP e os smartwatches comerciais
  • Impactos na saúde pública e o uso do actígrafo na Terra
  • Alta performance: Do treinamento de astronautas ao esporte de elite
  • A importância do investimento em ciência nas universidades públicas
  • Dúvidas Frequentes (FAQ)
    • O que é um actígrafo?
    • Quem criou a tecnologia desenvolvida na USP que vai para o espaço?
    • Por que a Nasa não usa relógios inteligentes comuns?
  • Conclusão

O que é a tecnologia desenvolvida na USP para o espaço?

O equipamento que embarcará na cápsula Orion é conhecido cientificamente como actígrafo. Mas o que o diferencia de um simples monitor de pulso? A tecnologia desenvolvida na USP foi criada especificamente no ambiente de pesquisa da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH).

Sob a coordenação meticulosa do professor Mario Pedrazzoli, um renomado especialista nacional em cronobiologia e estudos do sono, o projeto nasceu com o objetivo de registrar de forma contínua e incrivelmente precisa os padrões de atividade de um indivíduo.

O actígrafo é utilizado no pulso do usuário, de forma semelhante a um relógio convencional. No entanto, seus sensores internos são capazes de captar micromovimentos corporais, variações na intensidade luminosa do ambiente e, de forma crucial, a composição espectral da luz. Ao rastrear esses elementos em tempo real, os cientistas conseguem mapear os ciclos de sono e vigília com uma precisão que equipamentos amadores não conseguem entregar. O fato de essa tecnologia desenvolvida na USP ser escolhida pela agência espacial norte-americana valida a altíssima qualidade da engenharia e da pesquisa científica feitas no Brasil.

Missão Artemis II: O retorno da humanidade à Lua

Para entender a magnitude da adoção dessa tecnologia desenvolvida na USP, precisamos olhar para o contexto da missão Artemis II. A Nasa estabeleceu o programa Artemis como o sucessor natural do histórico programa Apollo.

A Artemis II será a primeira missão tripulada do programa e está programada para levar quatro astronautas em uma trajetória de voo livre ao redor da Lua. Eles testarão todos os sistemas de suporte de vida da espaçonave Orion em condições reais de espaço profundo. Diferente da órbita baixa da Terra, onde se encontra a Estação Espacial Internacional (ISS), o espaço profundo apresenta níveis de radiação diferentes, gravidade alterada e um isolamento psicológico muito mais severo.

Durante os dias de missão, a saúde da tripulação é a prioridade absoluta. Qualquer falha no descanso pode comprometer o julgamento crítico e o tempo de reação dos pilotos. É por isso que a Nasa busca as melhores ferramentas globais. A incorporação da tecnologia desenvolvida na USP demonstra que os protocolos de segurança biológica da missão dependem de dados precisos e confiáveis sobre como os humanos dormem quando estão a centenas de milhares de quilômetros de casa.

O desafio do sono e dos ritmos circadianos no espaço

Dormir no espaço não é tão simples quanto fechar os olhos. Na Terra, nossos corpos são governados por ritmos circadianos — um “relógio biológico” interno que regula o sono, a liberação de hormônios, a temperatura corporal e o metabolismo, operando em um ciclo de aproximadamente 24 horas. Esse relógio é calibrado diariamente pela luz do sol.

No espaço, os astronautas a bordo de naves orbitais podem ver o nascer e o pôr do sol várias vezes ao dia. Na viagem rumo à Lua, a escuridão do espaço profundo e a iluminação artificial constante da espaçonave confundem severamente o cérebro. Sem o marcador natural do dia e da noite terrestres, o ritmo circadiano pode entrar em colapso.

A tecnologia desenvolvida na USP entra como a ferramenta de diagnóstico perfeita. O actígrafo mapeará como o organismo de cada membro da tripulação está lidando com a ausência de pistas luminosas naturais. Se um astronauta começar a apresentar sinais de desorganização dos horários de sono, a equipe médica em Terra poderá intervir, ajustando a iluminação da cabine ou recomendando protocolos de descanso específicos para evitar a exaustão física e mental.

Dispositivo desenvolvido na USP aparece nas imagens divulgadas pela Nasa no pulso do astronauta Reid Wiseman (o segundo da esquerda para a direita). Foto: Kim Shiflett/Nasa/Divulgação
Dispositivo desenvolvido na USP aparece nas imagens divulgadas pela Nasa no pulso do astronauta Reid Wiseman (o segundo da esquerda para a direita). Foto: Kim Shiflett/Nasa/Divulgação

Como o actígrafo monitora a luz azul e o movimento?

O segredo do sucesso da tecnologia desenvolvida na USP reside na sua capacidade de leitura espectral da luz, com destaque para a luz azul. Estudos avançados em cronobiologia mostram que a luz azul (aquela emitida pelo céu diurno e também por telas de dispositivos eletrônicos) é o principal fator inibidor da melatonina, o hormônio responsável por sinalizar ao corpo que é hora de dormir.

O actígrafo da EACH/USP não se limita a dizer se o ambiente está claro ou escuro; ele detalha qual tipo de luz está atingindo o astronauta. Se o dispositivo detecta uma alta exposição à luz azul em um momento que deveria ser de repouso na escala de trabalho da espaçonave, os cientistas sabem que aquele indivíduo terá um sono fragmentado ou dificuldade extrema para adormecer.

Além da luz, o acelerômetro interno do dispositivo é hipersensível. Ele consegue diferenciar o movimento de um indivíduo acordado e trabalhando das pequenas contrações musculares que ocorrem durante as fases mais profundas do sono (como o sono REM). Cruzando os dados de luz e movimento, a tecnologia desenvolvida na USP gera gráficos perfeitos da saúde do sono.

Da universidade para o mercado: O papel da FAPESP e da inovação

A trajetória da tecnologia desenvolvida na USP até os braços dos astronautas da Nasa é um exemplo brilhante de como o financiamento público e a inovação privada devem caminhar juntos. A pesquisa básica e a prototipagem inicial contaram com o financiamento crucial do Programa PIPE da FAPESP (Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas).

O programa PIPE é desenhado exatamente para evitar que pesquisas brilhantes fiquem presas em gavetas acadêmicas. Com esse apoio estrutural e financeiro, a teoria cronobiológica do laboratório do professor Mario Pedrazzoli ganhou forma física.

A partir dessa base sólida, a patente e o conhecimento foram transferidos e aprimorados pela empresa Condor Instruments. A empresa lapidou o design, garantiu as certificações médicas internacionais e produziu o dispositivo em escala comercial com padrão ouro. Esse processo de transferência de tecnologia solidificou a tecnologia desenvolvida na USP não apenas como um experimento de bancada, mas como um produto de altíssima precisão com demanda global, capaz de competir e vencer em licitações das agências espaciais mais rigorosas do planeta.

A diferença entre a tecnologia desenvolvida na USP e os smartwatches comerciais

Você pode estar se perguntando: por que a Nasa utilizaria a tecnologia desenvolvida na USP em vez de comprar um relógio inteligente de marcas famosas em qualquer loja de eletrônicos? A resposta está no “foco científico” versus o “foco em bem-estar”.

Os dispositivos comerciais voltados ao consumidor final utilizam algoritmos genéricos e suavizados para dar estimativas agradáveis aos usuários sobre calorias, passos e sono. Eles são ótimos para motivar pessoas a terem hábitos saudáveis, como acompanhar resultados esportivos ou atividades físicas. Contudo, eles não fornecem os dados brutos (raw data) necessários para uma investigação científica profunda.

A tecnologia desenvolvida na USP foi projetada para pesquisadores de neurociências, cronobiologia e saúde pública. O actígrafo brasileiro entrega arquivos de dados não filtrados, permitindo que os cientistas da Nasa apliquem seus próprios modelos matemáticos complexos. A confiabilidade do sensor não permite margem de erro, pois a vida de astronautas e o sucesso de uma missão de bilhões de dólares não podem depender de um algoritmo comercial fechado e inacessível.

Impactos na saúde pública e o uso do actígrafo na Terra

Engana-se quem pensa que a tecnologia desenvolvida na USP serve apenas para quem está a caminho da Lua. Os impactos das pesquisas geradas por esse actígrafo têm consequências diretas na nossa qualidade de vida no planeta Terra.

A exposição irregular à luz e a privação de sono afetam milhões de trabalhadores em turnos, profissionais de saúde, motoristas de carga e estudantes. A desorganização dos horários de sono é hoje considerada um fator de risco primário para o desenvolvimento de distúrbios metabólicos, cardiovasculares e psiquiátricos.

Quando não dormimos bem, nossa saúde mental é a primeira a cobrar o preço. Para aprofundar-se em questões de cuidado e prevenção, vale a pena ler sobre as funções do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) e como buscar ajuda. Os dados extraídos do actígrafo podem, de fato, subsidiar políticas públicas vitais, orientando desde horários escolares até as rotinas de atendimento em unidades do CRAS em São Paulo, ajudando a organizar os “tempos sociais” das comunidades de forma mais saudável.

Alta performance: Do treinamento de astronautas ao esporte de elite

A cronobiologia estuda não apenas as falhas no sono, mas como otimizar o desempenho do corpo humano. O uso da tecnologia desenvolvida na USP extrapola as paredes dos hospitais e as missões espaciais, chegando ao universo do alto rendimento esportivo.

Atletas de elite necessitam de recuperações físicas perfeitas, que só ocorrem durante o sono profundo. Entender como o jet lag afeta lutadores que viajam o mundo ou como a privação de sono afeta a explosão muscular é essencial no esporte moderno. Assim como a ciência do sono evolui, esportes tradicionais também estão mudando e se adaptando às novas realidades de treinamento. Se você se interessa pelo tema de alto rendimento e evolução esportiva, confira nossa análise sobre como o jiu-jitsu brasileiro e as artes marciais precisam romper a bolha.

Assim como um astronauta precisa estar 100% focado ao manobrar uma espaçonave, atletas utilizam as métricas de actígrafos para garantir que estão atingindo os picos de performance biomecânica exigidos pelos seus esportes.

A importância do investimento em ciência nas universidades públicas

Para a Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, bem como para todo o complexo universitário público brasileiro, ver a tecnologia desenvolvida na USP chegar à Nasa é uma vitória monumental. Representa uma conquista de grande relevância que vai muito além das fronteiras acadêmicas.

Esse marco evidencia o impacto global da pesquisa desenvolvida na unidade e rebate críticas frequentes sobre a utilidade dos gastos públicos em ensino superior. Fica provado, de maneira incontestável, que a universidade pública brasileira é, sim, capaz de produzir conhecimento científico de excelência mundial e inovação tecnológica de ponta.

A parceria com o setor produtivo, apoiada por fundos de pesquisa como a FAPESP, demonstra o ciclo virtuoso da economia do conhecimento. O investimento feito há anos na pesquisa de ritmos biológicos gerou uma empresa, gerou empregos de alta qualificação no Brasil, gerou impostos e, agora, gera uma visibilidade internacional inestimável para a engenharia biomédica nacional.

Dúvidas Frequentes (FAQ)

O que é um actígrafo?

É um equipamento de monitoramento contínuo, semelhante a um relógio de pulso, focado no uso científico. Ele registra dados detalhados sobre movimento corporal, exposição à luz e espectro luminoso para mapear ritmos circadianos e a qualidade do sono.

Quem criou a tecnologia desenvolvida na USP que vai para o espaço?

A pesquisa fundamental foi conduzida na Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, sob a coordenação do professor Mario Pedrazzoli. O projeto teve fomento inicial do Programa PIPE da FAPESP e hoje é comercializado pela empresa brasileira Condor Instruments.

Por que a Nasa não usa relógios inteligentes comuns?

Smartwatches comerciais são focados em bem-estar e usam algoritmos fechados que entregam apenas estimativas. Para pesquisas espaciais rigorosas e segurança médica, a Nasa exige acesso aos dados brutos (Raw Data) com precisão absoluta de sensores de luz e movimento, algo que o actígrafo científico fornece com maestria.

Conclusão

A jornada do laboratório na zona leste de São Paulo até a órbita da Lua é a prova cabal do talento e da resiliência da comunidade científica brasileira. A tecnologia desenvolvida na USP que monitorará o sono da tripulação da missão Artemis II não é apenas um feito de engenharia isolado; é o resultado de anos de dedicação, fomento público contínuo e transferência inteligente de tecnologia para o mercado corporativo.

Enquanto a humanidade dá seus próximos grandes passos no cosmos, tentando desvendar os mistérios de habitar novos mundos, é motivo de imenso orgulho saber que a segurança e o bem-estar desses pioneiros espaciais dependem de mentes e ferramentas forjadas no Brasil.

Para continuar acompanhando as principais notícias sobre avanços da ciência, políticas de saúde e grandes inovações brasileiras, favorite nosso site e explore as dezoito categorias de informações úteis que publicamos diariamente.

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