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Qual é o nome real de Jesus? Os 3 nomes, os 144.000 escolhidos e o que Jo 14,27 nos ensina

Redação Clique SP Publicado por Redação Clique SP
6 de abril de 2026
em Variedades
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nome real de Jesus Cristo origem hebraica Yeshua Igreja Católica Bíblia

nome real de Jesus Cristo origem hebraica Yeshua Igreja Católica Bíblia

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Poucas perguntas sobre a fé cristã geram tanta curiosidade — e tanta confusão — quanto as que cercam o nome de Jesus. Por que chamamos de “Jesus” alguém que nasceu em território hebraico, falava aramaico e nunca ouviu essa palavra em vida? Quais são os outros nomes que a Bíblia e a tradição da Igreja atribuem a Ele? E o que significam? Essas perguntas não são triviais — elas tocam no coração do mistério da Encarnação: a crença de que o Filho de Deus se fez homem, entrou na história com um nome, uma língua e uma cultura específicas.

Este artigo responde às perguntas mais buscadas sobre Jesus com base na doutrina da Igreja Católica Apostólica Romana, nos documentos do Magistério, na Sagrada Escritura e na tradição dos Padres da Igreja — sem simplificações, sem sensacionalismo, mas com a clareza que o assunto merece.

Conteúdo

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  • Qual é o nome verdadeiro de Jesus?
    • A origem hebraica: Yeshua
    • A transliteração grega: Iēsous
    • A forma latina: Iesus
    • O que a Igreja diz sobre esse nome
  • Qual é o nome de Jesus Cristo real?
  • Quais são os 3 nomes de Jesus?
    • 1. Jesus — “Javé Salva”
    • 2. Cristo — “O Ungido, o Messias”
    • 3. Senhor — “Kyrios, o nome divino”
  • Quem são os 144.000 escolhidos?
    • O que a Igreja Católica ensina
    • O erro das interpretações literalistas
  • Alá é o Deus da Bíblia?
    • O que significa “Alá”
    • O que o Concílio Vaticano II diz
    • Onde está a diferença
  • O que João 14,27 nos ensina? {#joao-14-27}
    • A paz que Jesus dá é diferente
    • “Não se perturbe o vosso coração”
    • O contexto: o Dom do Espírito Santo
    • Uma palavra para os tempos de hoje
  • Por que o nome de Jesus tem tanto poder?
  • Perguntas frequentes
    • Por que Jesus não se chamava “Yeshua” em português?
    • Cristo é o sobrenome de Jesus?
    • Os 144.000 do Apocalipse são literalmente 144.000 pessoas?
    • Alá e Deus são o mesmo?
    • O que significa “Senhor” quando aplicado a Jesus?
    • João 14,27 promete que os cristãos não terão sofrimento?

Qual é o nome verdadeiro de Jesus?

O nome que chamamos de “Jesus” passou por uma longa cadeia de traduções antes de chegar à forma que conhecemos hoje — e cada elo dessa cadeia revela algo sobre a fé e a história.

A origem hebraica: Yeshua

O nome original de Jesus, tal como sua mãe Maria e seu pai adotivo José o teriam chamado no cotidiano, era Yeshua (ישוע) — uma forma hebraica abreviada de Yehoshua (Josué), que significa literalmente “Javé salva” ou “Deus é salvação”. O nome não foi escolhido pelos pais por preferência pessoal — foi revelado por um anjo:

“Ela dará à luz um filho, e tu lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.” (Mt 1,21)

O significado do nome é, portanto, um programa teológico completo em duas palavras. Cada vez que alguém chamava Jesus pelo nome, estava, sem perceber, proclamando sua missão: Deus salva.

A transliteração grega: Iēsous

Quando os primeiros evangelistas e apóstolos escreveram os textos do Novo Testamento em grego — a língua franca do mundo mediterrâneo do século I —, o nome Yeshua foi transliterado como Iēsous (Ἰησοῦς). O grego não tem o som “sh” do hebraico e não termina palavras masculinas em “a”, daí a adaptação fonética.

A forma latina: Iesus

Do grego, o nome passou ao latim como Iesus — forma usada na Vulgata, a tradução da Bíblia que São Jerônimo concluiu no século IV e que se tornou o texto oficial da Igreja Católica por séculos. Do latim, chegou às línguas românicas — e ao português como Jesus.

O que a Igreja diz sobre esse nome

O Catecismo da Igreja Católica dedica uma seção específica ao nome de Jesus (nº 430-435), afirmando: “O nome Jesus significa que o próprio nome de Deus está presente na pessoa de seu Filho.” Não é apenas um nome histórico — é um nome que contém e revela o mistério de quem o carrega.

Qual é o nome de Jesus Cristo real?

A confusão entre “Jesus” e “Cristo” é comum, mas importante de esclarecer: Cristo não é o sobrenome de Jesus — é um título.

Cristo vem do grego Christós (Χριστός), que traduz o hebraico Mashiach — o Messias. Significa “o Ungido” — aquele que foi consagrado por Deus para uma missão especial. Na tradição bíblica do Antigo Testamento, reis, sacerdotes e profetas eram ungidos com óleo como sinal de consagração divina. Jesus é o Ungido por excelência — o Rei, o Sacerdote e o Profeta definitivo.

Quando Pedro confessa: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mt 16,16), está reconhecendo não apenas quem Jesus é, mas o que Ele veio fazer. E Jesus confirma: sim, Ele é o Messias esperado por Israel há séculos.

O nome completo, portanto, é Jesus Cristo — “Deus salva, o Ungido” — uma profissão de fé condensada em dois termos. Como escreve o Catecismo (nº 436): “Jesus é o nome próprio do Filho de Deus feito homem; Cristo é o título que exprime sua missão salvífica.”

Quais são os 3 nomes de Jesus?

A Sagrada Escritura e a tradição da Igreja atribuem a Jesus diferentes nomes e títulos, cada um iluminando uma dimensão de seu mistério. Três se destacam como os mais centrais e teologicamente densos.

1. Jesus — “Javé Salva”

Como visto acima, Jesus é o nome próprio recebido na Encarnação — o nome histórico, revelado por Deus, que resume em si a missão salvadora do Filho. Paulo afirma que esse nome tem uma preeminência única sobre todo o universo: “No nome de Jesus, todo joelho se dobre, nos céus, na terra e nos abismos.” (Fl 2,10).

Para a Igreja Católica, o nome de Jesus não é apenas uma etiqueta histórica — é um nome que opera. A tradição dos Padres fala do “Nome santíssimo de Jesus” como objeto de devoção específica. A festa do Santíssimo Nome de Jesus é celebrada em 3 de janeiro no calendário litúrgico.

2. Cristo — “O Ungido, o Messias”

Cristo é o título que identifica Jesus como o cumprimento das promessas messiânicas do Antigo Testamento. Isaías havia anunciado: “O espírito do Senhor está sobre mim, porque o Senhor me ungiu.” (Is 61,1). Jesus, na sinagoga de Nazaré, leu esse texto e afirmou: “Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabais de ouvir.” (Lc 4,21).

Ser o Cristo significa ser simultaneamente Rei (da linhagem de Davi), Sacerdote (que oferece o sacrifício perfeito) e Profeta (que revela plenamente a vontade de Deus). O Catecismo desenvolve esses três ofícios nos números 436 a 440.

3. Senhor — “Kyrios, o nome divino”

Senhor — em grego Kyrios (Κύριος) — é o terceiro grande nome de Jesus, e o mais carregado teologicamente. Na tradução grega do Antigo Testamento (a Septuaginta), Kyrios é o termo usado para traduzir o sagrado nome divino YHWH — o nome de Deus revelado a Moisés no Êxodo, que os judeus consideravam impronunciável por sua santidade.

Quando o Novo Testamento chama Jesus de Kyrios, está fazendo uma afirmação explícita: Jesus é Deus. É por isso que Tomé, ao ver o Ressuscitado, exclama: “Meu Senhor e meu Deus!” (Jo 20,28) — e Jesus não o corrige.

Paulo sintetiza: “Ninguém pode dizer ‘Jesus é o Senhor’ senão pelo Espírito Santo.” (1Cor 12,3). A profissão de que Jesus é o Senhor é o núcleo de toda a fé cristã — e o que distingue o cristianismo de qualquer outra forma de fé em um Messias humano.

Quem são os 144.000 escolhidos?

A pergunta sobre os 144.000 vem diretamente do livro do Apocalipse — e é uma das mais interpretadas e mal compreendidas de toda a Bíblia.

O texto original diz: “Ouvi o número dos que foram marcados com o sinal: cento e quarenta e quatro mil, de todas as tribos dos filhos de Israel.” (Ap 7,4). No capítulo 14, os 144.000 aparecem novamente: “São eles os que não se contaminaram com mulheres, pois são virgens. Seguem o Cordeiro para onde quer que vá.” (Ap 14,4).

O que a Igreja Católica ensina

A Igreja Católica interpreta o Apocalipse como um livro de linguagem simbólica — escrito em código para uma comunidade perseguida, usando imagens do Antigo Testamento que seus leitores reconheciam. O número 144.000 não deve ser entendido literalmente.

144.000 = 12 × 12 × 1.000. Doze são as tribos de Israel; doze são os apóstolos; mil é o número da completude e da plenitude na simbologia bíblica. O produto de 12 × 12 × 1.000 representa a totalidade do povo de Deus — todos os que pertencem a Cristo, tanto do Antigo quanto do Novo Testamento, tanto judeus quanto gentios.

O próprio capítulo 7 do Apocalipse confirma essa leitura: logo após mencionar os 144.000 “das tribos de Israel”, João descreve “uma multidão que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas” (Ap 7,9) — diante do trono do Cordeiro. Os dois grupos formam uma única realidade: o povo completo de Deus.

O erro das interpretações literalistas

Algumas denominações cristãs — notadamente as Testemunhas de Jeová — interpretam os 144.000 de forma literal, como um grupo exclusivo e numericamente exato de salvos. A Igreja Católica rejeita essa leitura por razões exegéticas sólidas: ela ignora o gênero literário apocalíptico, a simbologia numérica bíblica e o contexto teológico do texto.

O Catecismo da Igreja Católica, no tratado sobre os Novíssimos (nº 1023-1029), afirma que a salvação está aberta a todos — não a um número fixo e predeterminado de eleitos.

Alá é o Deus da Bíblia?

Esta é uma das questões teológicas mais debatidas do diálogo inter-religioso contemporâneo — e a Igreja Católica tem uma posição clara, articulada e matizada sobre ela.

O que significa “Alá”

Alá (الله) é simplesmente a palavra árabe para “Deus” — o termo genérico usado por falantes de árabe, sejam eles muçulmanos, cristãos ou judeus, para se referir ao Deus único. Cristãos árabes usam a palavra “Alá” para orar e para nomear o Deus da Bíblia há séculos, muito antes do surgimento do Islã.

Do ponto de vista etimológico, portanto, Alá e o Deus da Bíblia compartilham o mesmo nome em árabe — assim como “God” em inglês, “Gott” em alemão ou “Dieu” em francês são apenas formas linguísticas diferentes para o mesmo conceito.

O que o Concílio Vaticano II diz

O documento conciliar Nostra Aetate (1965), sobre as relações da Igreja com as religiões não-cristãs, afirma com respeito ao Islã: “A Igreja olha também com estima os muçulmanos que adoram o Deus único, vivo e subsistente, misericordioso e todo-poderoso, Criador do céu e da terra, que falou aos homens.”

Isso significa que a Igreja reconhece que muçulmanos e cristãos adoram o mesmo Deus único, criador do universo — o Deus de Abraão. Não é uma afirmação de que as duas religiões são iguais, mas de que compartilham uma referência comum: o Deus único e pessoal que se revelou a Abraão.

Onde está a diferença

A diferença decisiva não está no nome — está na identidade de Jesus. O Islã nega explicitamente que Jesus seja o Filho de Deus e que Deus seja uno em três Pessoas (Pai, Filho e Espírito Santo). Para o Islã, Jesus é um profeta importante, mas não é Deus encarnado.

Para a fé cristã, a revelação plena e definitiva de Deus se dá em Jesus Cristo. Como afirma o Evangelho de João: “Quem me vê, vê o Pai.” (Jo 14,9). Sem essa revelação, o conhecimento de Deus permanece incompleto — verdadeiro em partes, mas não em sua plenitude.

Portanto, a resposta da Igreja é: sim, muçulmanos e cristãos adoram o mesmo Deus único e criador; mas não, a compreensão de Deus no Islã e no cristianismo não é idêntica, porque o Islã não reconhece a Trindade nem a divindade de Jesus Cristo.

O que João 14,27 nos ensina? {#joao-14-27}

“Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz. Não vo-la dou como o mundo a dá. Não se perturbe o vosso coração nem se apavore.” (Jo 14,27)

Este versículo é pronunciado por Jesus durante o Discurso da Última Ceia — um longo e denso ensinamento que Jesus dá aos seus discípulos na noite anterior à sua morte, registrado nos capítulos 14 a 17 do Evangelho de João. É um dos textos mais ricos e consoladores de toda a Escritura.

A paz que Jesus dá é diferente

A frase começa com uma distinção que Jesus faz questão de marcar: “Não vo-la dou como o mundo a dá.” A paz que o mundo oferece é condicionada — depende de circunstâncias favoráveis, de ausência de conflito externo, de segurança material. É uma paz frágil, que a qualquer crise se desfaz.

A paz de Jesus é de outra ordem. Ela não depende das circunstâncias — é uma paz que coexiste com a tribulação, com a perseguição, com a dor. Paulo experimenta isso na prisão e escreve: “A paz de Deus, que excede todo entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus.” (Fl 4,7).

“Não se perturbe o vosso coração”

A segunda parte do versículo é um imperativo: não se perturbe. Em grego, o verbo usado é tarassetō — que designa uma agitação interior profunda, uma turbulência emocional e espiritual. Jesus ordena que seus discípulos não se deixem dominar por esse estado.

Não é uma ordem para fingir que está tudo bem — os discípulos sabiam que Jesus estava prestes a morrer e que eles próprios enfrentariam perseguição. É uma ordem que pressupõe uma fonte de paz mais profunda do que as emoções: a presença e a palavra de Cristo.

O contexto: o Dom do Espírito Santo

João 14,27 vem logo depois da promessa do Paráclito — o Espírito Santo que Jesus prometeu enviar: “O Paráclito, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, ele vos ensinará tudo e vos recordará tudo o que vos disse.” (Jo 14,26). A paz de Cristo não é uma emoção que os discípulos geram por esforço próprio — é fruto do Espírito que habita neles.

O Papa Francisco, em diversas catequeses sobre o Espírito Santo, insistiu nessa conexão: a paz cristã é sempre um dom — não uma conquista. É o fruto de uma presença, não de uma técnica.

Uma palavra para os tempos de hoje

Em um mundo marcado por ansiedade, polarização e insegurança, João 14,27 soa com uma atualidade surpreendente. A perturbação do coração não é um problema exclusivo dos discípulos do século I — é a condição humana em qualquer época. E a resposta de Jesus é a mesma: “Não se perturbe o vosso coração.” Não porque os problemas desapareçam, mas porque há uma paz que os transcende.

Por que o nome de Jesus tem tanto poder?

A devoção ao Nome de Jesus não é uma superstição medieval — tem raízes sólidas nas Escrituras e no ensino constante da Igreja. Pedro, diante do Sinédrio, afirma com clareza: “Em nenhum outro há salvação, pois não há sob o céu nenhum outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos.” (At 4,12).

Essa exclusividade não é arrogância — é teologia. Se Jesus é, de fato, o Filho de Deus feito homem, que morreu e ressuscitou por amor à humanidade, então seu nome não é um entre muitos — é o nome que resume toda a história da salvação.

A oração mais simples que a tradição cristã conhece é a chamada Oração de Jesus ou Oração do Coração: “Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, tende piedade de mim, pecador.” Usada especialmente na espiritualidade ortodoxa e retomada por místicos ocidentais, ela condensa em uma frase toda a teologia da salvação — o nome de Jesus, sua identidade divina e humana, e a atitude fundamental do cristão diante de Deus: a humildade do pecador que pede misericórdia.

O Catecismo da Igreja Católica (nº 2666-2668) dedica uma passagem bela a essa oração, afirmando: “O nome de Jesus está no centro da oração cristã. Toda oração litúrgica termina com a fórmula ‘por Jesus Cristo, Nosso Senhor’.”

Confira também nosso artigo sobre a oração Maria Passa na Frente e sobre o significado do nome João para aprofundar sua compreensão da espiritualidade católica.

Perguntas frequentes

Por que Jesus não se chamava “Yeshua” em português?

Porque os nomes percorrem um longo caminho de tradução antes de chegar a nós. O nome original hebraico Yeshua foi transliterado ao grego como Iēsous, depois ao latim como Iesus e dali às línguas modernas. O significado é o mesmo — “Javé salva” — em qualquer idioma.

Cristo é o sobrenome de Jesus?

Não. “Cristo” é um título — o equivalente grego do hebraico “Messias”, que significa “o Ungido”. Dizer “Jesus Cristo” é equivalente a dizer “Jesus, o Messias” — uma profissão de fé, não um nome composto.

Os 144.000 do Apocalipse são literalmente 144.000 pessoas?

Não, segundo a interpretação da Igreja Católica. O número é simbólico — produto de 12 × 12 × 1.000, representando a totalidade e a completude do povo de Deus. O próprio texto do Apocalipse aponta para uma “multidão que ninguém podia contar” adorando diante do trono do Cordeiro.

Alá e Deus são o mesmo?

A Igreja Católica reconhece, conforme o Concílio Vaticano II (Nostra Aetate), que cristãos e muçulmanos adoram o mesmo Deus único criador de Abraão. Mas destaca que a compreensão de Deus difere substancialmente, pois o Islã não reconhece a Trindade nem a divindade de Jesus Cristo — que é, para os cristãos, a revelação plena e definitiva de quem Deus é.

O que significa “Senhor” quando aplicado a Jesus?

Significa que Jesus é Deus. O título “Senhor” (grego Kyrios) é o mesmo usado na tradução grega do Antigo Testamento para o nome divino YHWH. Quando o Novo Testamento chama Jesus de Senhor, afirma sua identidade divina.

João 14,27 promete que os cristãos não terão sofrimento?

Não. A paz prometida por Jesus em João 14,27 não é ausência de sofrimento — é uma paz interior que coexiste com ele. Os próprios apóstolos foram perseguidos e martirizados. A paz de Cristo é mais profunda do que as circunstâncias externas e não depende delas.

 

Nota: Este artigo foi elaborado com base na doutrina oficial da Igreja Católica Apostólica Romana, no Catecismo da Igreja Católica, nos documentos do Concílio Vaticano II e nas Sagradas Escrituras conforme a tradução aprovada pela CNBB. As citações bíblicas seguem a Bíblia de Jerusalém.

 

Fontes: Catecismo da Igreja Católica — Vatican.va | Nostra Aetate — Concílio Vaticano II | CNBB | Sagradas Escrituras — Bíblia de Jerusalém

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