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As 7 palavras de Jesus na cruz, os 7 ensinamentos e o que Deus criou em cada dia da criação

Redação Clique SP Publicado por Redação Clique SP
6 de abril de 2026
em Variedades
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7 palavras de Jesus na cruz ensinamentos criação Bíblia Igreja Católica

7 palavras de Jesus na cruz ensinamentos criação Bíblia Igreja Católica

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Há frases que atravessam dois mil anos de história e chegam até nós com a força intacta de quando foram pronunciadas pela primeira vez. As sete palavras de Jesus na cruz pertencem a esse conjunto raro de expressões que condensam, em poucas sílabas, toda a profundidade do mistério cristão. São frases ditas no limite extremo da dor humana  e, por isso mesmo, são frases que falam a qualquer pessoa que já sofreu, duvidou, amou ou pediu perdão.

Este artigo reúne três grandes conjuntos de “setes” ligados a Jesus e à criação: as sete palavras da cruz, os sete principais ensinamentos de Jesus e os sete dias da criação narrados no Gênesis  todos interpretados à luz da doutrina da Igreja Católica Apostólica Romana.

Conteúdo

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  • Quais são as 7 palavras de Jesus na cruz?
  • O que significam as 7 palavras de Jesus na cruz?
    • 1ª Palavra — O perdão
    • 2ª Palavra — A misericórdia ao pecador arrependido
    • 3ª Palavra — A entrega da Mãe
    • 4ª Palavra — O clamor do abandono
    • 5ª Palavra — A sede
    • 6ª Palavra — A consumação
    • 7ª Palavra — A entrega final
  • Quais são os 7 principais ensinamentos de Jesus?
    • 1. O amor a Deus e ao próximo — o mandamento maior
    • 2. O Sermão da Montanha — as Bem-Aventuranças
    • 3. O perdão sem limite
    • 4. A oração — o Pai-Nosso
    • 5. O serviço como caminho para a grandeza
    • 6. O juízo final — a identificação com os pobres
    • 7. A vida eterna — a fé que salva
  • O que Deus criou nos 7 dias da criação?
    • 1º Dia — A luz
    • 2º Dia — O firmamento
    • 3º Dia — A terra seca e a vegetação
    • 4º Dia — Os astros
    • 5º Dia — Os animais aquáticos e as aves
    • 6º Dia — Os animais terrestres e o ser humano
    • 7º Dia — O descanso de Deus
  • A Criação e a Redenção: dois atos do mesmo amor
  • Perguntas frequentes
    • Quais evangelistas registram as Sete Palavras da Cruz?
    • A 4ª palavra da cruz (“por que me abandonaste?”) significa que Jesus duvidou de Deus?
    • A narrativa dos 7 dias do Gênesis contradiz a ciência?
    • As Sete Palavras da Cruz são celebradas na liturgia católica?
    • Qual é o ensinamento mais importante de Jesus?
    • O “Está consumado” significa que a missão de Jesus terminou?

Quais são as 7 palavras de Jesus na cruz?

As chamadas “Sete Palavras de Jesus na Cruz” — ou Septem Verba — são as sete frases que os quatro Evangelhos registram como pronunciadas por Jesus durante a crucificação. Nenhum evangelista as reúne todas: elas são distribuídas entre Lucas, João, Marcos e Mateus, e a tradição da Igreja as coletou e ordenou ao longo dos séculos.

Desde o século XVII, especialmente a partir do pregador jesuíta Francisco de Borja, tornou-se tradição meditar as Sete Palavras na tarde da Sexta-feira Santa — prática que persiste até hoje em inúmeras paróquias do Brasil e do mundo. O Papa João Paulo II presidiu diversas celebrações das Sete Palavras ao longo do seu pontificado.

As sete frases, na ordem em que a tradição as organiza, são:

#PalavraEvangelista
1ª“Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.”Lc 23,34
2ª“Em verdade te digo: hoje estarás comigo no Paraíso.”Lc 23,43
3ª“Mulher, eis aí o teu filho. […] Eis aí a tua mãe.”Jo 19,26-27
4ª“Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?”Mt 27,46 / Mc 15,34
5ª“Tenho sede.”Jo 19,28
6ª“Está consumado.”Jo 19,30
7ª“Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito.”Lc 23,46

O que significam as 7 palavras de Jesus na cruz?

Cada uma dessas frases é um universo teológico condensado. A Church organiza sua reflexão sobre elas há séculos — e o Catecismo da Igreja Católica trata da Paixão de Cristo nos números 595 a 623, iluminando o sentido de cada momento.

1ª Palavra — O perdão

“Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.” (Lc 23,34)

Jesus pronuncia essas palavras no exato momento em que é pregado na cruz. Não depois — enquanto os pregos entram. É a mais radical expressão de misericórdia da história: o perdão dado não depois da ofensa, mas durante ela, sem esperar arrependimento, sem condição alguma. Essa frase fundamenta toda a doutrina cristã do perdão gratuito — a misericórdia que não aguarda o merecimento.

O Papa Francisco, em sua exortação apostólica Amoris Laetitia, escreve que o amor cristão é essencialmente gratuito — “ama mesmo sem ser correspondido”. A primeira palavra da cruz é o modelo mais perfeito disso.

2ª Palavra — A misericórdia ao pecador arrependido

“Em verdade te digo: hoje estarás comigo no Paraíso.” (Lc 23,43)

Um dos criminosos crucificados ao lado de Jesus reconhece sua culpa (“nós recebemos o justo castigo do que fizemos” — Lc 23,41) e pede apenas para ser lembrado. Jesus não pede prova de virtude, não impõe penitência — responde com uma promessa incondicional. Essa cena é o “evangelho no evangelho”: mostra que a salvação não é mérito conquistado, mas graça acolhida com humildade.

3ª Palavra — A entrega da Mãe

“Mulher, eis aí o teu filho. […] Eis aí a tua mãe.” (Jo 19,26-27)

No momento supremo do sacrifício, Jesus ainda pensa no outro. Entrega sua mãe ao discípulo amado — e, na leitura da tradição católica, entrega Maria à Igreja inteira. O discípulo amado representa cada cristão: a partir daquele momento, Maria é mãe de todos os fiéis. O Catecismo (nº 964-975) desenvolve essa dimensão materna de Maria como fruto direto da Paixão.

4ª Palavra — O clamor do abandono

“Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” (Mt 27,46)

Esta é a palavra mais perturbadora — e a mais consoladora para quem já se sentiu abandonado por Deus. É a abertura do Salmo 22, que Jesus ora na cruz. Ele não cita o Salmo por acidente: o Salmo começa com o grito de abandono e termina com a confiança plena (“a ele adorarão todos os que descem ao pó” — Sl 22,30). Ao orar esse Salmo, Jesus solidariza-se com todo ser humano que já sentiu o silêncio de Deus — e transforma esse silêncio de dentro.

5ª Palavra — A sede

“Tenho sede.” (Jo 19,28)

João acrescenta: “para que se cumprisse a Escritura” — referência ao Salmo 22,16 (“tenho a boca seca como um caco de louça”) e ao Salmo 69,22. A sede física de Jesus é real — ele sofreu na carne. Mas a tradição mística lê também nessa frase uma sede de outro tipo: a sede pelo amor dos homens, pela aceitação da humanidade que Ele veio salvar. Santa Madre Teresa de Calcutá escolheu “I thirst” (“Tenho sede”) como lema de sua congregação, exatamente por entender que essas palavras revelam o coração de Deus.

6ª Palavra — A consumação

“Está consumado.” (Jo 19,30)

Em grego: Tetelestai — “foi completado”, “foi realizado até o fim”. Não é um grito de derrota — é uma declaração de vitória. Jesus não morre exausto: morre tendo cumprido exatamente o que veio fazer. A missão está completa. O sacrifício está oferecido. A Nova Aliança está selada. É o ponto final de um plano eterno de amor que começou antes da criação do mundo.

7ª Palavra — A entrega final

“Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito.” (Lc 23,46)

A última palavra é uma oração — uma cita do Salmo 31,6. Jesus morre orando, entregando livremente a vida nas mãos do Pai. É o ato supremo de confiança e obediência. Não há amargura, não há desespero — há entrega. O mesmo Jesus que havia orado no Getsêmani “não se faça a minha vontade, mas a tua” (Lc 22,42) agora cumpre essa entrega de forma definitiva e irrevogável.

 

Quais são os 7 principais ensinamentos de Jesus?

Jesus não deixou um sistema filosófico nem um código jurídico — deixou um modo de viver, uma proposta radical de relação com Deus e com o próximo. Da vastidão de seus ensinamentos, sete se destacam como nucleares e fundadores de toda a ética e espiritualidade cristã.

1. O amor a Deus e ao próximo — o mandamento maior

“Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. […] Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.” (Mt 22,37-40)

Esse é o resumo de toda a moral cristã. Não uma lista de regras, mas uma orientação do coração. O amor — entendido não como sentimento, mas como escolha e entrega — é o princípio ordenador de tudo o mais.

2. O Sermão da Montanha — as Bem-Aventuranças

“Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus.” (Mt 5,3)

As Bem-Aventuranças são a carta magna do Reino de Deus — uma inversão radical dos valores do mundo. Bem-aventurados não os poderosos, os ricos, os vencedores — mas os pobres, os mansos, os que choram, os que têm fome de justiça. Jesus não descreve uma moral de recompensas futuras: revela como Deus vê a realidade, e convida a adotar esse olhar.

3. O perdão sem limite

“Não te digo que perdoes até sete vezes, mas até setenta vezes sete.” (Mt 18,22)

O perdão incondicional não é ingenuidade — é poder. Jesus ensina que o perdão não é opcional para o discípulo: é constitutivo da vida cristã. E exemplifica na cruz, como visto na Primeira Palavra.

4. A oração — o Pai-Nosso

“Vós, pois, orareis assim: Pai Nosso que estás nos céus…” (Mt 6,9)

O Pai-Nosso é a oração que Jesus ensinou pessoalmente — o modelo de toda oração cristã. Em sete petições, ela abrange tudo: a santificação de Deus, a chegada do Reino, as necessidades humanas, o perdão, a proteção do mal. O Catecismo (nº 2759-2865) dedica um comentário extenso ao Pai-Nosso, chamando-o de “o resumo de todo o Evangelho”.

5. O serviço como caminho para a grandeza

“Quem quiser ser grande entre vós, que seja vosso servidor; e quem quiser ser o primeiro entre vós, que seja vosso escravo. Assim como o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir.” (Mt 20,26-28)

Jesus subverte o conceito de poder: o maior não é quem domina, mas quem serve. E demonstra isso lavando os pés dos discípulos na Última Ceia — um gesto de escravo, não de mestre.

6. O juízo final — a identificação com os pobres

“Tudo o que fizestes a um desses meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes.” (Mt 25,40)

Este ensinamento é ao mesmo tempo o mais exigente e o mais libertador de Jesus: Ele está presente em cada ser humano que sofre — o faminto, o sedento, o estrangeiro, o nu, o doente, o preso. Servir ao pobre é servir a Cristo. Ignorar o pobre é ignorar Cristo. A doutrina social da Igreja Católica tem aqui uma de suas raízes mais profundas.

7. A vida eterna — a fé que salva

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (Jo 3,16)

Considerado por muitos o versículo mais importante da Bíblia, Jo 3,16 condensa a teologia da salvação em uma frase: a iniciativa é de Deus (não do homem), o instrumento é o Filho, e a condição é a fé — entendida não como mero assentimento intelectual, mas como confiança total e adesão de vida.

O que Deus criou nos 7 dias da criação?

O livro do Gênesis abre com uma das narrativas mais comentadas e debatidas da história humana — a criação do mundo em seis dias, com descanso no sétimo. A Igreja Católica interpreta esse texto não como um relatório científico, mas como uma narrativa teológica que revela quem é Deus, qual é a dignidade do ser humano e qual é o sentido da criação.

O Catecismo da Igreja Católica (nº 337-349) ensina que a narrativa dos sete dias expressa verdades sobre Deus e sobre o mundo que nenhuma ciência natural pode nem confirmar nem refutar — porque pertencem a ordens diferentes do conhecimento.

1º Dia — A luz

“Haja luz! E a luz foi feita.” (Gn 1,3)

Antes de qualquer coisa, Deus cria a luz — não o Sol (que vem no 4º dia), mas a luz como princípio ordenador da realidade. A separação entre luz e trevas é o primeiro ato de ordem sobre o caos. Na espiritualidade cristã, essa luz primordial é lida como prefiguração de Cristo, “a luz do mundo” (Jo 8,12).

2º Dia — O firmamento

“Haja um firmamento no meio das águas e separe as águas das águas.” (Gn 1,6)

Deus cria o espaço — a separação entre as águas de cima (o céu) e as de baixo (o mar). O firmamento é o palco onde se desenrolará a história da criação e da humanidade.

3º Dia — A terra seca e a vegetação

“Que as águas que estão sob o céu se reúnam em um só lugar e apareça o elemento seco.” (Gn 1,9)

A terra emerge das águas e logo se cobre de vegetação — plantas e árvores que produzem sementes e frutos “cada um segundo a sua espécie”. A criação começa a ter ritmo, ciclo, fecundidade.

4º Dia — Os astros

“Haja luminares no firmamento do céu para separar o dia da noite.” (Gn 1,14)

O Sol, a Lua e as estrelas são criados não como divindades — como as culturas vizinhas de Israel acreditavam —, mas como criaturas a serviço do ser humano, para marcar os tempos e as estações. A narrativa desmitifica os astros: eles não são deuses, são obras.

5º Dia — Os animais aquáticos e as aves

“Que as águas se encham de seres vivos e que as aves voem sobre a terra.” (Gn 1,20)

A criação se anima — surgem os peixes, os répteis aquáticos, as aves. Deus os abençoa: “Sede fecundos e multiplicai-vos.” A bênção da fecundidade é um presente divino, não uma lei biológica neutra.

6º Dia — Os animais terrestres e o ser humano

“Façamos o homem à nossa imagem e semelhança.” (Gn 1,26)

O ápice da criação. O ser humano é criado diferente de tudo o mais — não apenas como produto da terra, mas como imagem de Deus (imago Dei). Essa afirmação é o fundamento de toda a doutrina católica sobre a dignidade humana: todo ser humano, sem exceção de raça, classe, saúde ou condição social, carrega em si a imagem de Deus. O Vaticano II reafirma isso em Gaudium et Spes (nº 12-17).

7º Dia — O descanso de Deus

“Deus abençoou o sétimo dia e o santificou, porque nele descansou de toda a obra que realizara.” (Gn 2,3)

O sétimo dia não é ausência de criação — é a finalidade da criação. O descanso de Deus não é cansaço: é contemplação, é gozo da obra realizada. Para a Igreja, o sétimo dia prefigura o descanso escatológico — a comunhão eterna com Deus que é o destino de toda a criação. O Sábado judaico e o Domingo cristão têm aqui sua raiz mais profunda.

A Criação e a Redenção: dois atos do mesmo amor

Há uma linha que conecta os sete dias do Gênesis com as sete palavras da cruz — e essa linha é o amor de Deus. A criação não foi um projeto que deu errado e precisou ser consertado pela redenção. Foi um único e imenso plano de amor que, desde o início, incluía a entrega do Filho.

“Nele fomos escolhidos antes da fundação do mundo.” (Ef 1,4)

A cruz não é o plano B de Deus — é o plano A. O mesmo Deus que disse “haja luz” na criação disse “está consumado” na crucificação. Os dois atos pertencem à mesma história de amor que ainda não chegou ao fim — e cujo capítulo final é a Ressurreição e a vida eterna prometida a todos os que creem.

Para aprofundar a reflexão sobre a Ressurreição e o sentido da morte de Cristo, confira nosso artigo sobre o significado da Páscoa e sobre quantos anos Jesus morreu. Para entender o que a Igreja ensina sobre o nome de Jesus, acesse nosso artigo sobre o nome real de Jesus e os 3 nomes de Cristo.

Perguntas frequentes

Quais evangelistas registram as Sete Palavras da Cruz?

As sete frases estão distribuídas entre Lucas (1ª, 2ª, 3ª e 7ª palavras), João (3ª, 5ª e 6ª) e Mateus e Marcos (4ª, em paralelo). Nenhum evangelista as reúne todas — a tradição da Igreja as coletou ao longo dos séculos.

A 4ª palavra da cruz (“por que me abandonaste?”) significa que Jesus duvidou de Deus?

Não. Jesus está orando o início do Salmo 22 — um salmo que começa com o grito de abandono e termina com plena confiança em Deus. Ao citar esse Salmo, Jesus solidariza-se com todo ser humano que já sentiu o silêncio de Deus, mas ao mesmo tempo aponta para o desfecho de fé que o Salmo proclama.

A narrativa dos 7 dias do Gênesis contradiz a ciência?

A Igreja Católica ensina que o Gênesis é um texto teológico, não científico. Ele não descreve o processo físico da origem do universo, mas revela verdades sobre Deus, sobre o ser humano e sobre a dignidade da criação. A fé na criação e a ciência da evolução não são contraditórias — respondem a perguntas diferentes. O Papa João Paulo II, em mensagem à Academia Pontifícia de Ciências (1996), afirmou que a teoria da evolução é “mais do que uma hipótese” e é compatível com a fé cristã.

As Sete Palavras da Cruz são celebradas na liturgia católica?

Sim. A meditação das Sete Palavras é uma prática tradicional da Sexta-feira Santa, com raízes no século XVII. Muitas paróquias realizam pregações ou celebrações específicas sobre as Sete Palavras na tarde da Sexta-feira Santa — às 15h, hora tradicionalmente associada à morte de Cristo.

Qual é o ensinamento mais importante de Jesus?

Jesus mesmo responde a essa pergunta: o amor a Deus e ao próximo é o mandamento maior, do qual dependem todos os outros (Mt 22,37-40). Mas esse mandamento se desdobra em toda a riqueza dos ensinamentos evangélicos — do Sermão da Montanha ao discurso sobre o Juízo Final.

O “Está consumado” significa que a missão de Jesus terminou?

Sim e não. A missão da encarnação e do sacrifício redentor está completa — Tetelestai é uma declaração de cumprimento perfeito. Mas a missão da Igreja — de levar essa salvação a todos os povos e épocas — continua. Jesus encerra sua parte; a Igreja começa a sua.

Nota: Este artigo foi elaborado com base na doutrina oficial da Igreja Católica Apostólica Romana, no Catecismo da Igreja Católica, nos documentos do Concílio Vaticano II e nas Sagradas Escrituras conforme a tradução aprovada pela CNBB. As citações bíblicas seguem a Bíblia de Jerusalém.

Fontes: Catecismo da Igreja Católica — Vatican.va | Gaudium et Spes — Vaticano II | Amoris Laetitia — Papa Francisco | CNBB | Sagradas Escrituras — Bíblia de Jerusalém

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